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Time is Money! Bons hábitos de gestão do tempo aumentam a produtividade

Como diz o ditado, tempo é dinheiro! No ambiente empresarial, o tempo é um recurso de alto valor que deve ser aproveitado ao máximo, evitando a procrastinação, o retrabalho e possíveis prejuízos.

A gestão do tempo no trabalho e a atenção dada para cada problema e tarefa também devem ser considerados, de um ponto de vista estratégico, um caminho para atingir o sucesso.

Ao longo deste artigo, vou apresentar alguns bons hábitos que você pode aplicar para melhorar suas habilidades organizacionais e aumentar a produtividade.

Prepare-se antecipadamente

Prepare a sua lista de tarefas para o dia seguinte com antecedência. Pode ser após o fim do expediente ou antes de ir dormir.

As duas formas apresentam vantagens próprias: se você planejar todo o seu dia seguinte como a última coisa que faz antes de voltar para casa do trabalho, então, poderá aproveitar melhor o seu tempo livre, com a consciência de que já “está tudo encaminhado para amanhã”. leia mais

As 6 principais técnicas de negociação que você precisa conhecer

Nem sempre — tanto na carreira quanto no dia a dia — conseguimos aplicar as melhores técnicas de negociação. O problema é que quase tudo o que fazemos envolve estabelecer algum tipo de acordo.

Atuar profissionalmente requer, literalmente, centenas de diferentes negociações. Enquanto algumas são bastante simples e não exigem reflexões aprofundadas, outras são determinantes para o sucesso profissional e pessoal.

De qualquer maneira, as habilidades que você precisa ter para ser um bom negociador podem ser desenvolvidas com empenho e dedicação, pois raramente fazem parte de uma educação formal.

A seguir, selecionei as 6 principais técnicas para você conhecer e aplicar. Boa leitura!

1. Prepare-se

Se lançar em uma negociação sem se preparar antecipadamente faz com que suas chances de sucesso sejam tremendamente reduzidas.

Defina claramente seus objetivos e pesquise a outra parte, para entender melhor suas motivações, bem como os pontos fortes e fracos. Se for preciso, procure o auxílio de especialistas, a fim de se manter atualizado quanto aos aspectos técnicos específicos a cada negociação. leia mais

Trabalho e Felicidade: buscamos no lugar errado.

 “Quer ser feliz? Trabalhe por um propósito maior que o resultado financeiro. Este é consequência e não o objetivo.”

Victor Prates

“A única maneira de estar verdadeiramente satisfeito é fazer algo que acredita ser um grande trabalho. E a única maneira de fazer um grande trabalho é amando o que faz. Se ainda não o encontrou, continue olhando. Não desista nem se conforme. Como todos os assuntos do coração, você saberá quando o encontrar.”

Steve Jobs

Durante minha infância e adolescência, pratiquei judô como esporte. Com o intuito de ganhar meus primeiros “trocados”, aceitei dar aulas para crianças de uma escola infantil. Recordo-me que sempre os perguntava “o que queriam ser quando crescessem” e me encantava com as respostas que recebia. Um queria ser astronauta, outro bombeiro, alguns jogadores de futebol. Via, nos olhos daquelas crianças, o sentimento de que tudo era possível e que, certamente, atingiriam seus objetivos.

Conforme vamos nos tornando adultos, aprendemos que precisamos deixar de ser idealistas e românticos e que é hora de entrar no mundo real. Que nem sempre conseguimos fazer o que gostamos e que o importante é encontrar um trabalho bem remunerado e ser bom no que faz. Precisamos nos conformar.

Muito se pergunta, hoje, se, para nos tornarmos um bom profissional, é imprescindível que estejamos ligados a um trabalho de que gostamos de fazer e que nos dá grande satisfação. Por intermédio de observação e estudo, não tenho dúvida de que há inúmeros bons profissionais que não fazem, necessariamente, aquilo que amam fazer. São profissionais automotivados, responsáveis e comprometidos, que trabalham com seriedade e dedicação mesmo que ligados a uma atividade que não apreciam. Sua ética e compromisso são fortes o suficiente para fazê-los trabalhar duro, onde quer que estejam. leia mais

Comunicação organizacional: veja 5 melhores estratégias de engajamento

Já que colaboradores engajados produzem mais e com maior qualidade, as estratégias de engajamento estão sendo cada vez mais procuradas por gestores. As empresas eficientes em engajar suas equipes desfrutam de ambientes altamente produtivos e de boa visibilidade externa.

Hoje, vou falar sobre cinco dicas para criar e manter uma comunicação organizacional efetiva, que funcione como estratégias de engajamento:

1. Conheça a si mesmo

Para que os colaboradores se comuniquem adequadamente, é preciso que o líder seja exemplo e saiba ensiná-los. Nesse quesito, o principal é ter controle emocional, nunca gritando com os liderados e não demonstrando reações como choro ou riso inapropriado.

O autoconhecimento é necessário para o aprendizado do controle emocional e também permite que você entenda suas habilidades e use-as em prol da melhora da comunicação com a equipe.

2. Aprenda a trabalhar com perfis diferentes

É verdade que, no ambiente organizacional, é preciso ter meios formais e padronizados de comunicação, mas também é verdade que as pessoas são diferentes. Portanto, adaptar a comunicação ao perfil de cada pessoa é uma estratégia de engajamento. leia mais

Qual é a tua obra?

O grande incremento na expectativa de vida das pessoas, ocorrido durante o século XX, pode ser considerado como uma das maiores conquistas de nossa sociedade. Enquanto boa parte dos bebês nascidos em 1900 não viviam mais que cinquenta anos, a expectativa de vida do Japão, hoje, supera os 83 anos, o que coloca o país como líder atual. Vários outros países já atingiram a marca dos 81 anos. A mudança mais dramática ocorreu no leste asiático, onde a expectativa de vida aumentou de menos de 45 anos, em 1950, para mais de 74 anos na atualidade.

Uma maior expectativa de vida faz com que muitos de nós, principalmente na segunda metade de nossa existência, comecemos a questionar o seu sentido. Recentemente, ouvi de um executivo a seguinte reflexão: “Será que tudo se resume a nascer, crescer, estudar, trabalhar, casar, ter filhos, adquirir alguns bens e morrer?”

Ele me relatou que, quando jovem, havia sido aprovado em uma das melhores universidades norte-americanas. Recordava das aulas em período integral e das noites passadas, em claro, estudando. O clima de competitividade entre os alunos era imenso, carregavam, sob suas costas, o peso da expectativa de seus pais, familiares e professores. Recordava que, após a universidade, desejava encontrar um emprego que lhe permitisse ter satisfação e um senso de contribuição.

O que lhe dava alento e lhe fazia suportar toda a pressão dos estudos naquela universidade erasaber que, após seu término, poderia iniciar sua carreira e buscar um trabalho condizente com suas aspirações. Foi então que, no último ano na escola, ouviu de um professor que de nada serviria seus diplomas se não fossem aceitos como trainees em uma grande corporação, momento em que poderiam iniciar uma carreira de sucesso e realizações. Lembrava-se de ter ficado ansioso e, no dia seguinte, iniciou sua procura por uma vaga. Imaginava que, após ser aceito, sua carreira estaria encaminhada e então, finalmente, estaria realizado. Após ser aprovado em um dificílimo processo de seleção, descobriu que ter sido aceito como trainee foi somente o início e que agora precisava ser efetivado naquela grande empresa. Trabalhava de forma insana, pois sabia que, uma vez contratado, tudo iria mudar. leia mais