MINAS MARCA

No dia 3 de agosto, a MINAS MARCA – empresa especializada em informação sobre o mercado de comunicação e marketing de Minas Gerais – publicou uma entrevista cedida por mim.

Na entrevista, falei sobre gestão e comunicação empresarial, a importância do coaching e sobre o Seminário Internacional de Liderança e Gestão, evento em que irei ministrar uma palestra.

Clique aqui e confira a entrevista na íntegra.

Caçador de cabeças

Ao pé da letra, headhunter significa caçador de cabeças. Na prática, esse é o profissional responsável pelo recrutamento de profissionais com perfis determinados pelas empresas para preencher cargos no topo de sua hierarquia.

Além de um bom histórico profissional e das qualificações exigidas, há algumas atitudes que definem a “caça” que os headhunters procuram. A principal delas é a capacidade de relacionar-se com os profissionais da sua área. Frequentar eventos – como o Mindup Conference, por exemplo – é bom para se atualizar, ser visto e aumentar a rede de contatos.

Outra vitrine interessante são as mídias sociais, especialmente o Linkedin, desde que sejam atualizadas e organizadas. Headhunters têm usado essa mídia para buscar profissionais com boas recomendações.

Também há sites especializados em cadastro de currículos. Inscreva-se neles e mantenha seu CV atualizado e amigável para a busca, com a inserção de palavras-chave referentes à sua área profissional.

Fora do mundo virtual, o relacionamento com os colegas de graduação ou pós-graduação pode fazer com que seu nome seja indicado ao headhunter.

No dia 14 de agosto, um dos mais importantes “caçadores” do mundo estará em Belo Horizonte para o Seminário Internacional de Liderança e Gestão: Robert Wong. Seu interesse genuíno pelas pessoas e seu talento para descobrir qualificações – às vezes desconhecidas por quem as possui – o fez ser considerado um dos mais destacados headhunters do mundo pela revista The Economist.

Para assistir à palestra de Robert Wong, compareça ao Mindup Conference! Inscreva-se neste link.

Dia do Escritor

25 de julho é o Dia do Escritor. E no dia 14 de agosto, três escritores estarão presentes no Seminário Internacional de Liderança e Gestão.

Um deles é James Hunter, autor de Como se tornar um líder servidor, livro que figura há 370 semanas nos rankings dos mais lidos da Revista Veja.

Robert Wong, o palestrante e empresário considerado um dos 200 headhunters mais destacados do mundo, é autor best-seller “O sucesso está no equilíbrio” e da obra “Super dicas para conquistar um ótimo emprego”.

O Maestro João Carlos Martins dedicou-se à outra arte além da música: a escrita. No livro “A saga das mãos” ele divide com o leitor sua trajetória.

Confira trechos das obras desses escritores:

“A Liderança começa com a vontade, que é nossa única capacidade como seres humanos para sintonizar nossas intenções com nossas ações e escolher nosso comportamento.” – Como se tornar um líder servidor, de James Hunter

“Estas páginas documentam minha ação de repartir com vocês a sabedoria que acumulei sob a influência de três grandes culturas. Sou a combinação, à brasileira, da sabedoria oriental com o pragmatismo ocidental.

A sabedoria não é privilégio apenas dos sábios. Ela surge de uma combinação criativa entre as teorias e as práticas que assimilamos durante a vida.” – O sucesso está no equilíbrio, de Robert Wong

“Londres, 25 de junho de 1998. Sozinho no camarim do Barbican Centre, aguardo o momento de subir ao palco para tocar ao lado da Royal Philharmonic Orchestra. O burburinho da plateia lotada chega até mim como o bramido de um mar distante. Nesse dia, completo 58 anos e mais de meio século já se passou desde que dedilhei pela primeira vez o teclado de um piano. Mas não é isso que torna a data tão especial. Três horas antes, eu havia conversado com meus médicos em Miami. E confirmei a operação que iria seccionar o nervo de minha mão direita, acabando para sempre com minha carreira de pianista. A multidão que se aglomera na plateia não sabe de nada, nem os músicos nem a imprensa. Apenas eu e meus médicos sabemos que aquele é meu concerto de adeus. Fiz questão de não criar nenhum drama público. Nas próximas horas, a dor que eu levaria para o palco seria minha – e de mais ninguém.

Apagam-se as luzes e o chefe de palco me chama para entrar. Enfrento a plateia como um velho leão que oculta suas cicatrizes.” – João Carlos Martins, em A saga das mãos

Você já leu algum desses livros? Nos comentários, compartilhe quem é o seu escritor favorito!

Beagá – Pampulha

Semana passada você descobriu que pontos turísticos do centro de Belo Horizonte deve conhecer quando vier à Belo Horizonte para o Mindup Conference. No post de hoje, você conhece a Pampulha.

Depois das curvas das montanhas mineiras, as curvas da arquitetura dessa região são as mais bonitas da cidade. A beleza do Conjunto Arquitetônico da Pampulha é tanta, que inspirou a construção de Brasília.

Um dos símbolos mais significativos da região é a Igrejinha de São Francisco de Assis, com as linhas curvas de Niemeyer e os azulejos e painéis de Portinari, que retratam a Via Sacra e a imagem de São Francisco. Essa igreja também conta com a beleza dos jardins de Burle Marx e da Lagoa da Pampulha.

Às margens da Lagoa, também há o Parque Ecológico Promotor Francisco Lins do Rego, com 300 mil metros de área verde. Três biomas brasileiros são representados ali: a Mata Atlântica, o Cerrado e Floresta Amazônica, que podem ser apreciados num passeio de bicicleta oferecido pelo Parque.

A Casa do Baile também enfeita a Pampulha, com mais curvas de Niemeyer e jardins de Burle Marx. Atualmente, ela abriga o Centro de Referência em Urbanismo, Arquitetura e Design, que recebe eventos e exposições sobre esse tema.

O Museu da Pampulha também merece uma visita. Foi o primeiro projeto de Niemeyer, criado para ser um cassino. Além do paisagismo assinado por Burle Marx, o museu exibe estátuas de Ceschiatti, Zamoiski e José Pedrosa.

A maior paixão do brasileiro é bem representada na Pampulha, endereço do Mineirão. Atualmente, o estádio está em reforma para receber torcedores de todo o mundo na Copa de 2014.

O Zoológico de Belo Horizonte, que abriga mais de 900 espécies, e o Aquário da Prefeitura, com peixes do Rio São Francisco, são uma ótima opção de passeio para quem gosta de apreciar a natureza e também estão na Pampulha.

O Zoológico também abriga o Jardim Japonês, criado pelo paisagista japonês Haruho Ieda. Árvores típicas do Japão fazem parte desse cenário, além de pontes, lagos com carpas e cascatas artificiais.

Além do Mindup Conference, há muito o que fazer em Belo Horizonte. Esperamos sua visita! Adquira seu passaporte: http://www.mindup.me/arquivo-passaporte/

Jogos Paraolímpicos

No dia 27 de julho de 2012, atletas do mundo inteiro irão se reunir em Londres para disputar as Olimpíadas. Um mês depois, começa a disputa de medalhas entre atletas que não lutam só contra seus concorrentes, mas principalmente contra suas próprias limitações – os Jogos Paraolímpicos.

Essa competição é o maior evento esportivo mundial que envolve portadores de deficiências sensoriais ou físicas e ocorre no mesmo local que as Olimpíadas tradicionais. Ela teve início em 1960, como forma de reabilitar militares veteranos da Segunda Guerra Mundial.

Com os atletas paraolímpicos aprendemos a definir metas ambiciosas e a ter disciplina e força de vontade para torná-las reais. Também concluímos que, muitas vezes, o que os outros esperam de nós é pouco demais perto do que somos capazes de realizar.

A partir do dia 29 de agosto de 2012 torça para o Brasil nas Paraolimpíadas! Antes disso, no dia 14 de agosto, compareça ao Seminário Internacional de Liderança e Gestão para conhecer outros exemplos de superação, como o Maestro João Carlos Martins.

Adquira seu passaporte neste link.

Para saber mais: http://www.cpb.org.br/