Walk & Talk

Se você ainda não sabe o que te motiva, fique tranquilo – o projeto Walk & Talk concluiu que as motivações estão passíveis de mudança.

Nesse projeto, a atriz e a apresentadora Luah Galvão e o fotógrafo Danilo España estão viajando por cinco continentes atrás de uma resposta – o que motiva o ser humano? Cada acontecimento que os faz chegar mais perto dessa resposta é compartilhado em seu blog.

Até então, eles descobriram que novas necessidades e desejos surgem a cada fase da vida. A vontade de uma criança de ganhar um brinquedo novo não motiva em nada uma pessoa idosa. Entretanto, como dependemos da motivação para alcançar nossos objetivos, ela não deve estar sujeita a fatores externos, mas ser uma fortaleza interior aliada à autoconfiança.

Para acompanhar essa aventura, acesse: http://walkandtalkbrasil.blogspot.com.br/

Nos comentários, responda: o que mais te motiva?

Dia da Vovó

26 de julho é o Dia da Vovó! Aproveite a data para refletir: que lições podemos aprender com as pessoas mais velhas?

A primeira delas é saber ouvir. Pessoas mais velhas usam mais os ouvidos do que a boca, por isso são mais sábias. Melhor do que aprender com os próprios erros, é aprender com o erro dos outros.

Outra característica das gerações anteriores é a paciência. Jovens tendem a ser impulsivos e imediatistas, o que pode ser bom desde que haja bom senso. O sucesso a curto prazo pode não durar, por isso é preciso ter persistência e foco.

Pessoas mais velhas também já aprenderam a equilibrar a dedicação ao trabalho com seu bem-estar. Ambição é uma característica comum aos líderes, desde que não seja excessiva.

Outro hábito dos mais velhos que pode ajudar a geração atual é acordar cedo. Quanto mais cedo toca o alarme, mais o dia pode render. Se você acorda duas horas mais cedo, ganha dez horas a mais numa semana e quarenta horas no mês.

Qual foi a melhor lição que você aprendeu com sua avó?

Beagá – Pampulha

Semana passada você descobriu que pontos turísticos do centro de Belo Horizonte deve conhecer quando vier à Belo Horizonte para o Mindup Conference. No post de hoje, você conhece a Pampulha.

Depois das curvas das montanhas mineiras, as curvas da arquitetura dessa região são as mais bonitas da cidade. A beleza do Conjunto Arquitetônico da Pampulha é tanta, que inspirou a construção de Brasília.

Um dos símbolos mais significativos da região é a Igrejinha de São Francisco de Assis, com as linhas curvas de Niemeyer e os azulejos e painéis de Portinari, que retratam a Via Sacra e a imagem de São Francisco. Essa igreja também conta com a beleza dos jardins de Burle Marx e da Lagoa da Pampulha.

Às margens da Lagoa, também há o Parque Ecológico Promotor Francisco Lins do Rego, com 300 mil metros de área verde. Três biomas brasileiros são representados ali: a Mata Atlântica, o Cerrado e Floresta Amazônica, que podem ser apreciados num passeio de bicicleta oferecido pelo Parque.

A Casa do Baile também enfeita a Pampulha, com mais curvas de Niemeyer e jardins de Burle Marx. Atualmente, ela abriga o Centro de Referência em Urbanismo, Arquitetura e Design, que recebe eventos e exposições sobre esse tema.

O Museu da Pampulha também merece uma visita. Foi o primeiro projeto de Niemeyer, criado para ser um cassino. Além do paisagismo assinado por Burle Marx, o museu exibe estátuas de Ceschiatti, Zamoiski e José Pedrosa.

A maior paixão do brasileiro é bem representada na Pampulha, endereço do Mineirão. Atualmente, o estádio está em reforma para receber torcedores de todo o mundo na Copa de 2014.

O Zoológico de Belo Horizonte, que abriga mais de 900 espécies, e o Aquário da Prefeitura, com peixes do Rio São Francisco, são uma ótima opção de passeio para quem gosta de apreciar a natureza e também estão na Pampulha.

O Zoológico também abriga o Jardim Japonês, criado pelo paisagista japonês Haruho Ieda. Árvores típicas do Japão fazem parte desse cenário, além de pontes, lagos com carpas e cascatas artificiais.

Além do Mindup Conference, há muito o que fazer em Belo Horizonte. Esperamos sua visita! Adquira seu passaporte: http://www.mindup.me/arquivo-passaporte/

Então é Natal…

Preciso confessar: adoro o Natal! Estarrece-me o fato de algumas pessoas se referirem a este período como triste, melancólico e destituído de sentido. Uma grande jogada de marketing das corporações para venderem mais a consumidores de nossa sociedade capitalista. Que lugar comum. Que falta de criatividade!

Adoro o Natal por inúmeras razões. As luzes que deixam a cidade mais bonita, a decoração das casas e o panetone, enfim, adoro o clima que acompanha esta época do ano! Mas, sem sombra de dúvida, me sinto especialmente feliz neste período, pois a aura que o cerca me inclina a refletir sobre minha vida e a me reinventar como ser humano.

Trabalhamos e vivemos no piloto automático – lidando com as situações à medida que elas surgem – quando deveríamos fazê-lo de modo refletido, em consonância com nossos propósitos e valores, de modo a alcançar os melhores resultados para nossas vidas.

Fomos dominados pela tecnologia. Estamos cercados por dispositivos eletrônicos e, no fim, permitimos que nossas ferramentas de produtividade nos tornem seus escravos, ao invés de nos servir. Recentemente, assistindo uma palestra de Tony Schwartz foram feitas a seguintes perguntas:

Qual foi o maior período de tempo que você ficou sem checar seus e-mails no último mês? Qual foi a última vez que reservou uma ou duas horas de seu dia para pensar de modo criativo ou, simplesmente refletir, sem interrupções? Com que freqüência você senta, por alguns momentos, somente para respirar profundamente e aquietar sua mente?

Perturbador, não?

O Natal me leva a refletir, a alinhar minhas ações às pessoas importantes em minha vida, aos meus valores mais estimados, às metas que estabeleci para mim mesmo. A sair do turbilhão do dia a dia e, tranquilamente, analisar o que precisa ser feito.

Recordo-me de ter tomado decisões importantíssimas neste período do ano e, por ter agido em consonância com os novos propósitos assumidos, ter revolucionado minha qualidade de vida e das pessoas que me eram próximas. Já é jargão afirmar que se continuar agindo da forma como sempre agiu, continuará a obter os mesmos resultados que sempre obteve. Mas isso é tão verdadeiro! É necessário mudar, reinventar-se! Sair da caixa do pensamento comum!

Mary Ellen Chase afirmou que o Natal não é uma data, é um estado da mente. Pois bem, que este período tão especial o incentive a refletir calmamente, a tomar decisões importantes, a agir na busca de novos ideais. De minha parte, neste último artigo do ano, gostaria de desejar a todos, independentemente de sua fé ou crença religiosa, um feliz Natal e maravilhoso ano de 2012!

Tony Loureiro

Tony Loureiro é advogado, coaching e palestrante.