MOTIVAR O FUNCIONÁRIO: 6 DICAS QUE VÃO ALÉM DO AUMENTO SALARIAL

Manter seus funcionários motivados é essencial para garantir bons resultados para a sua empresa. Por isso, é sempre importante colocar em prática algumas estratégias para motivar o funcionário. Muitos acreditam que só é possível incentivar sua equipe por meio de bônus, premiações ou aumentos salariais. Porém, vale lembrar que o dinheiro é importante, mas não é a única opção.

Como o importante é pensar em alternativas que possam trazer bem estar e satisfação aos funcionários, há diversas formas simples de incentivar sua equipe. Reunimos aqui 6 dicas para motivar o funcionário, que vão além do aumento de salário. Confira!

1. Ofereça capacitação

Estimular o desenvolvimento do funcionário garante que ele se mantenha motivado. Para isso, há diversos cursos, palestras e eventos que podem servir como um ótimo estímulo para seus colaboradores.

Quando o profissional percebe que está crescendo junto com a empresa, ele se motiva a conseguir resultados ainda melhores e isso ainda ajuda na satisfação do funcionário. Por isso, não deixe que sua equipe se sinta estagnada e acabe se desmotivando.

2. Reconheça seus funcionários

O reconhecimento é um excelente incentivo para os funcionários. Portanto, saiba reconhecer conquistas e celebrar vitórias. É essencial elogiar quando o trabalho for bem feito e quando os resultados forem atingidos.

Procure também sempre dar feedback sobre o desempenho de sua equipe. Mesmo quando o resultado não for totalmente positivo, dê um feedback construtivo e que estimule a melhoria do funcionário.

3. Desafie sua equipe

Propor pequenos desafios diários aos seus funcionários é uma ótima maneira de mantê-los motivados, pois isso estimula seus colaboradores a darem o melhor de si todos os dias.

Ao fazer isso, você incentiva sua equipe a buscar sempre melhores resultados e evita que seus funcionários entrem na zona de conforto. Apenas não se esqueça de reconhecer os funcionários que conseguirem cumprir os desafios.

4. Proporcione um ambiente favorável

Oferecer um ambiente de trabalho agradável e organizado faz com que os funcionários sintam mais vontade de ir para o trabalho. É importante lembrar que os profissionais passam grande parte de seu dia na empresa, portanto, é essencial garantir um ambiente de trabalho seguro e confortável.

Além disso, é importante oferecer certa flexibilidade para o trabalhador. Isso inclui evitar regras que possam limitá-los excessivamente e dar alguma mobilidade de horários para o colaborador. Assim, sua equipe se sentirá mais confortável e disposta a exercer suas funções.

5. Dê assistência

Para motivar o funcionário, é essencial ter um líder disposto a dar assistência quando necessário. Por isso, se mostre disponível para conversar com sua equipe, esclarecer dúvidas e discutir pontos de vista.

Mais do que simplesmente oferecer ajuda aos colaboradores, é importante mostrar que vocês são companheiros e que trabalharão juntos para obter os resultados esperados. Ter essa posição em relação à sua equipe ajudará a mantê-los motivados para alcançar suas metas.

6. Ofereça benefícios para motivar o funcionário

Oferecer alguns benefícios pode incentivar sua equipe e muitas vezes não requer grandes gastos. Você pode oferecer, por exemplo, benefícios como vales-presente, brindes ou recompensas em horas.

Experimente também surpreender os colaboradores oferecendo incentivos que não são esperados por eles. Ao se sentirem valorizados por meio dessa oferta, eles ficam mais motivados.

Motivar o funcionário pode parecer desafiador, mas é muito mais simples do que se imagina. Não se esqueça de que se preocupar com o bem estar e com a satisfação dos colaboradores pode ser muito mais eficaz para motivá-los do que apenas oferecer um aumento salarial.

Gostou das minhas dicas para motivar os funcionários? Então, compartilhe com seus amigos nas suas redes sociais e aproveite para debater sobre o tema!

SAIBA COMO AUMENTAR A PRODUTIVIDADE DA EQUIPE!

Conseguir que seus colaboradores trabalhem no mais alto nível de desempenho é uma das maiores dificuldades encontradas nas organizações quando o assunto é gestão de pessoas. Os resultados apresentados pela equipe sofrem a interferência de diversos fatores, tais como a motivação, ambiente de trabalho, ergonomia e outros.

Por ser uma das principais condições de sucesso e suporte ao crescimento de uma organização, trago para você algumas dicas de como aumentar a produtividade da equipe e engajá-la em busca dos resultados esperados.

Mostre a importância de cada um

Em muitos casos, os membros da equipe não entendem qual é a influência de suas funções para o crescimento da organização, e, por isso, acabam atuando abaixo do esperado. Portanto, mostre para todos os funcionários qual é a importância do trabalho desenvolvido por cada um dentro da organização.

Dados numéricos são ótimas ferramentas de suporte no momento de trabalhar com a motivação dos colaboradores e de explicar qual é o impacto do desempenho individual para o grupo como um todo.

Ofereça feedbacks regulares

Os feedbacks regulares servem para orientar os funcionários quanto aos pontos que precisam ser melhorados na visão do líder e reforçar quais são os pontos positivos que precisam ser mantidos. Quando o colaborador não recebe esse retorno de desempenho, ele não consegue trabalhar corretamente em busca do crescimento, prejudicando, desse modo, a sua produtividade.

Essa também é uma excelente maneira de manter a motivação da equipe, que se sentirá valorizada por ter o reconhecimento do gestor quando atingir resultados positivos e também por ter a oportunidade de melhorar seu desempenho.

Invista em treinamentos para aumentar a produtividade da equipe

Treinamento e desenvolvimento capacitam sua equipe para desempenhar as atividades com mais qualidade, em um intervalo de tempo menor e com redução de gastos por meio da eliminação do retrabalho e da diminuição do descarte de itens.

As palestras de desenvolvimento, o investimento em consultorias, integração de equipes e cursos são excelentes opções para treinar seus funcionários e prepará-los para executar bem seu trabalho. Além disso, essas ações aumentam a motivação no ambiente organizacional, pois os profissionais se sentem renovados e valorizados.

Estabeleça metas de desempenho

Para conseguir medir devidamente o progresso do seu time, é muito importante que sejam estabelecidas metas de desempenho, tanto individual, quanto para o grupo. Essas metas devem respeitar o planejamento de crescimento e objetivo da organização, devem ser definidos os prazos para o cumprimento das ações e compartilhados com os colaboradores o resultado final.

Se não são definidos objetivos para os colaboradores, eles não se sentirão engajados para alcançar bons resultados, até porque não saberão exatamente o que é esperado de cada um. Importante lembrar que a eficácia de um sistema de metas está diretamente ligada a uma política de recompensa.

Ofereça suporte e ferramentas adequadas

Colaboradores que desempenham suas funções apoiados por ferramentas adequadas e por um líder determinado a dar suporte, que sempre está disponível para trocar ideias, conversar e esclarecer dúvidas, conseguem realizar suas atividades em um intervalo de tempo menor e com maior qualidade em relação aos que não possuem o mesmo nível de suporte.

Quando a empresa investe em uma liderança presente e motivadora e em ferramentas e tecnologias para suporte às operações internas, ela passa a contar com uma força a mais na busca pelo crescimento e aumento da produtividade.

E você, conhece alguma outra maneira de aumentar a produtividade da equipe e manter sua equipe motivada? Então, deixe um comentário abaixo dizendo qual maneira é essa e o porquê de ela fazer tanto sucesso na sua empresa!

COMO ESTREITAR O RELACIONAMENTO COM SUA EQUIPE E MOTIVÁ-LA AINDA MAIS

Os gerentes sabem que, pelas mais diversas circunstâncias, pode acabar existindo uma barreira que evita o bom relacionamento com seus colaboradores. Isso pode acabar criando um clima ruim no ambiente de trabalho e prejudicar o andamento das atividades.

Por sua vez, os líderes sabem que colaboradores felizes e motivados trabalham melhor e garantem maior produtividade ao negócio, sendo então fundamental que os gerentes possuam um bom relacionamento com o time.

Quer estreitar essa equação? Então, confira as minhas dicas.

Realize reuniões de brainstorming

Essas reuniões são uma forma simples e muito eficaz de manter a equipe mais envolvida com o ambiente de trabalho e de garantir que todos fiquem por dentro de tudo o que acontece na empresa. O brainstorming permite que todas as pessoas do time tenham a oportunidade de dar sugestões, mostrar pontos de vista e propor mudanças e melhorias.

Além de permitir que novos projetos surjam nessas reuniões, os gerentes podem aproveitar o momento para se aproximarem dos colaboradores e estreitarem o relacionamento. Estes por sua vez, têm a oportunidade de falarem e de serem ouvidos por seus superiores.

Crie um ambiente propício para o desenvolvimento individual

Para melhorar o relacionamento com a equipe e mantê-la à vontade, é muito importante que os gestores criem um ambiente de trabalho ideal. Eles devem se mostrar sempre abertos e, em momento algum, abusar da sua autoridade. É fundamental que os líderes se posicionem de uma maneira que condiz com o cargo, mas também se mostrem disponíveis para escutar e dar a atenção necessária ao time.

É muito importante que a empresa as lideranças tratem os colaboradores com humanidade, e não somente como números para o negócio. Portando, devem-se entender situações pessoais e também, quando necessário, permitir a flexibilidade para tratar assuntos pessoais.

Proporcione treinamento para o time

Empresas e gestores que investem em treinamentos e proporcionam às suas equipes a oportunidade de desenvolvimento e crescimento pessoal contam com um time mais motivado e capacitado para o trabalho.

Já os colaboradores, quando direcionados para treinamentos e eventos que proporcionam boas experiências de aprendizado, sentem-se mais felizes com o ambiente de trabalho e realizam suas tarefas de forma melhor.

Introduza o job rotation

Realocar pessoas em novas áreas ou em outros setores é uma ótima forma de mantê-los animados e motivados com o trabalho. Mudar os colaboradores de função faz com que eles respirem novos ares e encontrem novos desafios — isso permite que eles fiquem animados por desempenhar novas funções e favorece a maior proximidade com os gestores.

Dê feedback aos colaboradores

Infelizmente, muitos gestores sabem apenas cobrar e criticar os colaboradores, o que acaba sendo um dos maiores erros que podem ser cometidos. Isso resulta em um time desmotivado e aumenta a barreira entre colaborador/gestor.

Para evitar isso, uma ótima forma de estreitar o relacionamento com seus liderados e mantê-los motivados com o trabalho é dando feedbacks constantemente. Assim, eles saberão o que aperfeiçoar e estarão sempre em buscar de melhorias tanto individuais quanto coletivas. Além de serem reconhecidos pelos serviços bem feitos e resultados alcançados.

Agora que você já sabe como estreitar o relacionamento com sua equipe  e como deixá-la motivada com o trabalho, veja como treinar o espírito de liderança em seus colaboradores para melhorar ainda mais os resultados do seu negócio!

TRABALHO E FELICIDADE: BUSCAMOS NO LUGAR ERRADO.

“Quer ser feliz? Trabalhe por um propósito maior que o resultado financeiro. Este é consequência e não o objetivo.”

Victor Prates

“A única maneira de estar verdadeiramente satisfeito é fazer algo que acredita ser um grande trabalho. E a única maneira de fazer um grande trabalho é amando o que faz. Se ainda não o encontrou, continue olhando. Não desista nem se conforme. Como todos os assuntos do coração, você saberá quando o encontrar.”

Steve Jobs

Durante minha infância e adolescência, pratiquei judô como esporte. Com o intuito de ganhar meus primeiros “trocados”, aceitei dar aulas para crianças de uma escola infantil. Recordo-me que sempre os perguntava “o que queriam ser quando crescessem” e me encantava com as respostas que recebia. Um queria ser astronauta, outro bombeiro, alguns jogadores de futebol. Via, nos olhos daquelas crianças, o sentimento de que tudo era possível e que, certamente, atingiriam seus objetivos.

Conforme vamos nos tornando adultos, aprendemos que precisamos deixar de ser idealistas e românticos e que é hora de entrar no mundo real. Que nem sempre conseguimos fazer o que gostamos e que o importante é encontrar um trabalho bem remunerado e ser bom no que faz. Precisamos nos conformar.

Muito se pergunta, hoje, se, para nos tornarmos um bom profissional, é imprescindível que estejamos ligados a um trabalho de que gostamos de fazer e que nos dá grande satisfação. Por intermédio de observação e estudo, não tenho dúvida de que há inúmeros bons profissionais que não fazem, necessariamente, aquilo que amam fazer. São profissionais automotivados, responsáveis e comprometidos, que trabalham com seriedade e dedicação mesmo que ligados a uma atividade que não apreciam. Sua ética e compromisso são fortes o suficiente para fazê-los trabalhar duro, onde quer que estejam.

Ainda que assim seja, tenho comigo que os trabalhos extraordinários, as verdadeiras contribuições, foram levadas a cabo por homens e mulheres que eram e são apaixonados pelo que fazem. Que possuem aquele brilho nos olhos e não veem seus trabalhos como fardo. São pessoas que acordam todos os dias motivados, menos por recompensas externas e mais pela satisfação e privilégio de fazerem algo associado às suas verdadeiras paixões.

Além do mais, convenhamos, nossa vida profissional representa uma parte significativa de nossa existência para, simplesmente, fazermos algo de que não gostamos e ao qual não atribuímos qualquer sentido. Sempre me perguntei o porquê de tantos profissionais se conformarem com carreiras desalinhadas com suas maiores aspirações e creio que a resposta está no fato de terem escolhido fatores externos de motivação como causa primária de eleição de suas carreiras. Estão procurando sua felicidade profissional e pessoal no lugar errado!

Desde pequenos, são incutidas ideias de que o importante é encontrarmos uma carreira estável e bem remunerada, que nos dê status. Que não é realista fazermos o que amamos em nossa profissão. Acabamos sendo escolhidos pelas empresas para quem trabalhamos e optamos por aquela que nos oferece a maior compensação financeira, no menor espaço de tempo.

Grande equívoco!

É falsa a ideia de que fatores externos como salários e compensações são suficientes para trazer realização profissional. Embora importantes, representam somente uma parte da equação, e basear sua escolha profissional somente em tais fatores é receita certa para infelicidade e frustração. Quantos já não ouviram executivos, no final da carreira, dizerem que, em sua aposentadoria, começarão a viver de fato?

Durante mais de dez anos, fui professor em cursos preparatórios para Magistratura e Ministério Público. Foi quando cansei de ver bacharéis em Direito sem qualquer vocação. Faziam concurso buscando somente estabilidade e boa remuneração. Preocupado com tal contexto, antes do início das aulas, comecei a falar sobre a rotina desses profissionais, de modo a passar uma ideia do que lhes esperava e permitir-lhes uma reflexão sobre a futura carreira. Uma noite falava de vocação quando ouvi de um aluno que tinha “vocação para salário”.

Você percebe? Qual é o profissional que esse tipo de pensamento pode produzir? Que tipo de serviço prestará à sociedade? Qual será sua contribuição? Repito, remuneração, ambiente e estabilidade são fatores importantes. Quando nosso trabalho não nos oferece condições de viver com dignidade e dar suporte à nossa família, sentimo-nos mal, não importa o que façamos.

Abraham Maslow baseou parte de seu trabalho na chamada pirâmide das necessidades. Segundo tal pirâmide, todo ser humano possui necessidades básicas que devem ser supridas antes de passarem às aspirações mais refinadas.

Como digo aos meus alunos, não tente falar a alguém de barriga vazia sobre filosofia e espiritualidade. É inegável que fatores como alimento, moradia, saúde e segurança são importantes, mas somente até certo ponto, após o qual, outras necessidades humanas surgem com igual premência de serem satisfeitas. Quando nosso critério de escolha de carreira e permanência no trabalho baseia-se tão somente nesses fatores externos, posso afirmar, com muita tranquilidade, que, em algum momento, olharemos para nossa vida e experimentaremos um grande vazio.

Ao me referir a um trabalho que oferece satisfação, cuja motivação é essencialmente interna, refiro-me a um trabalho desafiador, que nos permite ser reconhecidos e facilite o aprendizado. Um trabalho que nos traga responsabilidades e nos permita crescer. Um trabalho que possa contribuir para algo maior que nós mesmos.

Quando se trabalha somente por dinheiro, o importante é o destino: quanto acumularemos ao final, o que compraremos, que estilo de vida passaremos a ter. Já os profissionais entusiasmados com suas carreiras, além do destino, usufruem de forma especial do caminho! Acordam todos os dias motivados a serem melhores, a criarem uma visão, influenciando as pessoas. São aqueles que se sentem privilegiados por fazerem o que fazem e dão sentido à frase que afirma que quando descobrimos o trabalho que amamos nunca mais trabalharemos um dia em nossas vidas. A diferença entre profissionais que trabalham motivados por fatores externos e internos se acentua nos momentos de crise. E eles virão! Nesses momentos, as pessoas motivadas somente por recompensas externas, rapidamente, desanimam e perdem o foco. Normalmente, são os primeiros a jogar a toalha.

Estudantes que abandonam a curiosidade e o desejo de aprender para somente tirarem o mínimo da nota e passarem de ano e profissionais que trocam sua força de trabalho somente por um contracheque no início do mês fazem parte do que Clóvis de Barros Filho chama de “escola da tristeza” ou “trabalho da tristeza”. Não faça parte dessa turma.

Para que não reste nenhuma dúvida acerca do que me refiro neste momento, gostaria de fazer uma última distinção: a diferença existente entre “fazer o que se ama” e “amar o que se faz”. Distinção importante de ser feita, pois, caso contrário, você poderia imaginar que estou sugerindo que todos transformem seus hobbies em carreiras – embora seja perfeitamente possível de acontecer.

Explico. Um de meus hobbies preferidos é tocar violão. Desde adolescente, sempre que posso, tento “tirar” novas canções e, para desespero de meus vizinhos, costumo cantar com enorme entusiasmo as músicas que consigo tocar. Bom, então poderia fazer da música minha carreira, correto? Afinal, seria um perfeito exemplo de “fazer o que se ama”.

Infelizmente, não! Ocorre que sou péssimo como músico. Não tenho nenhum talento e, apesar de tocar violão há anos, ainda estou no nível básico de proficiência. Se elegesse a música como profissão, certamente, estaria em apuros. De fato, nem sempre poderemos fazer daquilo que mais amamos a nossa carreira. Fatores como talento, recursos e existência de um mercado para o que pretendemos fazer são partes importantes nessa equação.

Por outro lado, posso afirmar com convicção que “amo o que faço”. Minha carreira me coloca em contato com pessoas extraordinárias, oferece-me desafios diários e impele-me a tornar-me um ser humano melhor. Oferece-me aprendizado constante, reconhecimento pelo meu trabalho e, além disso, condições materiais para viver e dar suporte à minha família. É isso! Nem sempre será possível fazer, profissionalmente, aquilo que mais amamos, mas é importante encontrar um trabalho que amamos fazer.

Na busca de um sentido e propósito em nosso trabalho. “Esforço e coragem não são suficientes se não tivermos um senso de propósito e direção.”

John F. Kennedy

Lançamento do Livro – A BÚSSOLA INTERNA DA LIDERANÇA

Oi Pessoal!

Com muito prazer deixo aqui o convite para o lançamento do meu livro.

Ele foi concebido a partir do desejo de proporcionar um novo olhar sobre o desenvolvimento de habilidades e atitudes que todo líder precisa para aumentar a satisfação pessoal e o desempenho profissional.

À luz da Psicologia Positiva, o livro apresenta as descobertas mais fascinantes e atuais acerca do desenvolvimento de pessoas nas organizações.

Em suas 144 páginas, a nova publicação resgata a ideia milenar que para vivermos uma vida plena não podemos desconsiderar nossas dimensões física, mental, emocional e espiritual. Tudo isso acompanhado de ilustrações dos mais variados estilos.

Tenho certeza que vocês vão gostar!

A todos que puderem comparecer, me sentirei honrado pela presença.

Abraços,

Tony