O QUE APRENDI DE MAIS IMPORTANTE EM HARVARD SOBRE NEGOCIAÇÃO

O ano foi 2013 e ainda me recordo como estava emocionado de cruzar as portas de entrada daquela Universidade. Era uma sensação muito especial, pois, para mim, filho de uma dona de casa e um trabalhador de banco a mera ideia de colocar os pés naquele lugar soaria como um sonho, nada mais que isso.

Pois o sonho virou realidade. Estudei com Ury e Fisher, dois dos mais influentes pensadores acerca da negociação no planeta e gostaria de dividir com você as sete maiores lições que recebi naquela Universidade. A ideia é que semanalmente eu poste uma lição.

Lição nº 1 

Corra com os Leões!

Esta primeira lição não tem necessariamente nenhuma relação com negociação, mas com a força do ambiente. Entretanto, você vai precisar muito dela na sua carreira.

Em Harvard paira uma aura de grandeza. As pessoas que estão ali se propõem a ser a melhor versão de si mesmas e esperam o mesmo de seus colegas. Me vi rodeado de profissionais dos quatro cantos do globo e aprendi muito com sua postura, histórias e experiências. Eram profissionais com imensa diversidade cultural, política e social e, ainda que muito diferentes, guardavam algo em comum: a busca permanente pela excelência!

Isso me fez criar esta frase: corra com os leões, pois eventualmente você se tornará um deles. O ambiente gera enorme influência sobre nossa personalidade, tanto para melhor, como para pior e é por isso que ao mesmo tempo em que busco estar entre os melhores, fujo como o Diabo foge da cruz de ambientes de mediocridade.

Uma pergunta que me faço com frequência é se estou em um lugar que me permite crescer como ser humano e como profissional. Se meus relacionamentos envolvem pessoas que desejam o meu desenvolvimento ou me puxam para baixo; se estou em um ambiente que me auxiliará a atingir meus objetivos ou sem me afasta dos mesmos.

Talvez esta seja uma boa pergunta a se fazer.

E você, pode compartilhar alguma experiência similar em que o ambiente fez a diferença em sua vida, para melhor ou pior?

Grande abraço,

Tony

 

Gestão da Correria: consistência nos resultados, redução nos custos e aumento da saúde

Em reunião de diretoria num cliente, um dos dirigentes fez comentário sobre o seu cansaço devido à intensidade do trabalho. Na mesma semana, a revista Época publicou reportagem de capa com enorme título: DESACELERE, e subtítulo: As vantagens de saber esperar num mundo dominado pela pressa.

O cansaço daquele dirigente é ou vai ser o de tantos outros que passam de certo volume de atividades e responsabilidades. Quando chegamos hoje a este certo volume, a tecnologia digital o multiplica com a maior facilidade. Os desdobramentos ocorrem rápidos, em escala cada vez maior. A pessoa começa a perder o domínio, porém, luta para não perdê-lo, e aí a tecnologia passa a ilusão de que você tem condições de fazer muito mais do que pode. Mas, humanamente, é impossível, não temos a velocidade da tecnologia que nos pressiona, a corrente sanguínea está anos luz atrás da turbinada fibra ótica… Junto aos desdobramentos das atividades e responsabilidades de trabalho, há ainda uma vida social, familiar e pessoal a ser cuidada, que igualmente tem suas exigências de atenção, carinho e retornos. Afinal, pessoas vitoriosas nos negócios crescem em solicitações também na… vida familiar e social!

Então, diante dos compromissos profissionais e pessoais acelerados pela tecnologia, o executivo começa a cometer erros ingênuos, a se dedicar pouco a cada mensagem, precipita na avaliação dos relacionamentos, planos, estratégias, e assim o estresse toma conta porque retornos ficam tão ruins quanto ao tratamento dado no início – retrabalhos, perdas de clientes, conflitos familiares, desgastes físicos, emocionais, saúde abalada etc.

Surgem as consequências que assistimos no dia a dia: . Ilusão do lucro . O preço formado num produto ou serviço foi diluído pelas falhas e retrabalhos; . Prejuízo invisível . Corriqueiras divergências internas (equipes) e externas (clientes) que, acumuladas, corroem os resultados e as conquistas acumuladas ao longo dos anos; . Pouso forçado . Se a pessoa não parar para cuidar da saúde, a saúde para com ela, cai a qualidade da emoção; é o que presenciamos em fatos ao nosso redor.

Precisamos domar a velocidade, colocá-la a nosso favor. É simples? Não, se tentar simplificar fica pior. Trata-se de exercício profissional e pessoal de acordo com o que a pessoa quer como qualidade de trabalho (ascensão e dinheiro com ou sem limite?) e de vida (maior ou menor atenção aos familiares e amigos?). Lembrar que estas escolhas até podiam ser simples, mas ficaram complicadas com a pressão da sociedade e do mundo corporativo digital, em particular, nas empresas familiares. Daí, entra em moda novamente a “administração do tempo”, o que vejo como algo fraco, burocrático. Precisamos mais do saber administrar tempo, temos sim é que dar um tranco na velocidade; de forma abrangente e bem decidida precisamos adotar a Gestão da Correria, um método para resgatarmos o domínio sobre nossas vidas nos negócios, família e sociedade. Temos que saber como frear e acelerar. A Gestão da Correria você encontra no livro Empresa familiar – é sim – um bom negócio! www.consultoriadeimpacto.com.br / www.livrariasaraiva.com.br

José Renato de Miranda . [email protected] www.consultoriadeimpacto.com.br / www.empresafamiliarconsultoria.com.br

 

Para abrir os olhos, às vezes é preciso fechá-los

O periódico American Journal of Cardiology realizou um estudo e provou, com dados, o que muita gente já sabia – a eficácia da meditação. Segundo a pesquisa, que foi realizada por 18 anos, a meditação diminui em 49% as mortes por câncer, em 30% as decorrentes de problemas cardiovasculares e em 23% as provocadas por doenças em geral.

Durante a meditação, o corpo descansa duas vezes mais do que durante o sono, o consumo de oxigênio diminui e os batimentos cardíacos desaceleram. O que aumenta é a atividade na região frontal do cérebro, responsável pela concentração, abstração e atenção. Além disso, ela contribui para evitar que placas gordurosas se acumulem nas artérias do coração e retarda o envelhecimento.

Siga as seguintes dicas e comece a praticar. Se não conseguir logo na primeira vez, não desista!

Fonte: http://saude.abril.com.br/edicoes/0263/bem_estar/conteudo_88101.shtml

20 de junho, dia do (melhor) amigo

Como você vai presentear o seu melhor amigo hoje, no dia do amigo? Sugerimos ração, petiscos… Alguns também gostam de ossos. Calma, estamos falando do melhor amigo do homem – o cachorro!

O convívio com esses animais ativa os hormônios responsáveis pela confiança e vínculo social, além de diminuir a tensão do ambiente de trabalho. Atentas a esses benefícios, algumas empresas tornaram-se pet friendly, ou seja, amigas dos animais. Entre elas, o Google e o Yahoo.

Pesquisa realizada nos EUA mostrou que um terço dos donos de cães trocaria 5% de seu salário pela companhia de seus animais de estimação no trabalho. Nesse país a prática é comum, principalmente em empresas do setor de comunicação, que têm funcionários mais jovens e permitem o uso de roupas informais.

Se você gosta de animais e quer implementar essa prática em sua empresa, certifique-se de que todos os funcionários estão de acordo com a ideia. Se houver alguém que sinta medo de cães, a boa intenção de melhorar o ambiente pode ir por água abaixo. Também é importante que o escritório possua um espaço externo, como um quintal ou jardim, e um canil que abrigue o cão quando houver visitas de clientes ou reuniões.

Para testar os benefícios da presença do melhor amigo na empresa, defina um dia da semana em que ela é permitida. Pesquise quais raças são mais dóceis e latem menos e, se possível, contrate um profissional para adestrar o cão.

O melhor amigo do homem também pode ser o melhor colega de trabalho. Feliz dia do amigo!

 

Lar doce lar

Que trabalhar em casa traz vantagens para o funcionário, todo mundo já sabe. Mas essa prática também pode trazer benefícios à empresa, como a redução de custos, a retenção de talentos e o aumento na produtividade.

Quando o empregado não ocupa os espaços físicos da empresa, os custos imobiliários diminuem. Em pesquisa conduzida na IBM Canadá, concluiu-se que em ambientes fora do escritório tradicional, a produtividade dos funcionários é maior. A liberdade de definir seu horário faz com que eles se dediquem às suas atividades nos momentos em que são mais produtivos. Por exemplo: pessoas que sofrem de insônia têm dificuldade de se concentrar durante a manhã, mas são ativos à noite.

Outro inimigo do tempo é o trânsito. As horas que perdemos no deslocamento casa-trabalho-casa, nos fazem ganhar ansiedade e stress. Esse tempo poderia ser mais bem utilizado pelo funcionário, para ele dedicar-se ao trabalho ou descansar até que as atividades comecem.

Outra vantagem é que, mesmo em condições que impedem o trabalho no escritório – necessidade de cuidar de crianças ou idosos, condições climáticas adversas, entre outras – o funcionário pode realizar sua função no conforto do lar. Muitos profissionais competentes são descartados por sofrerem com essas condições.

Se você tem interesse em implementar o Home Office na sua empresa, pode testar seus resultados definindo pelo menos um dia útil durante a semana para que o trabalhador fique em casa.

E você, que é funcionário de uma empresa, tem vontade de trabalhar em casa? Que outras vantagens você vê no home office?