Dia do Escritor

25 de julho é o Dia do Escritor. E no dia 14 de agosto, três escritores estarão presentes no Seminário Internacional de Liderança e Gestão.

Um deles é James Hunter, autor de Como se tornar um líder servidor, livro que figura há 370 semanas nos rankings dos mais lidos da Revista Veja.

Robert Wong, o palestrante e empresário considerado um dos 200 headhunters mais destacados do mundo, é autor best-seller “O sucesso está no equilíbrio” e da obra “Super dicas para conquistar um ótimo emprego”.

O Maestro João Carlos Martins dedicou-se à outra arte além da música: a escrita. No livro “A saga das mãos” ele divide com o leitor sua trajetória.

Confira trechos das obras desses escritores:

“A Liderança começa com a vontade, que é nossa única capacidade como seres humanos para sintonizar nossas intenções com nossas ações e escolher nosso comportamento.” – Como se tornar um líder servidor, de James Hunter

“Estas páginas documentam minha ação de repartir com vocês a sabedoria que acumulei sob a influência de três grandes culturas. Sou a combinação, à brasileira, da sabedoria oriental com o pragmatismo ocidental.

A sabedoria não é privilégio apenas dos sábios. Ela surge de uma combinação criativa entre as teorias e as práticas que assimilamos durante a vida.” – O sucesso está no equilíbrio, de Robert Wong

“Londres, 25 de junho de 1998. Sozinho no camarim do Barbican Centre, aguardo o momento de subir ao palco para tocar ao lado da Royal Philharmonic Orchestra. O burburinho da plateia lotada chega até mim como o bramido de um mar distante. Nesse dia, completo 58 anos e mais de meio século já se passou desde que dedilhei pela primeira vez o teclado de um piano. Mas não é isso que torna a data tão especial. Três horas antes, eu havia conversado com meus médicos em Miami. E confirmei a operação que iria seccionar o nervo de minha mão direita, acabando para sempre com minha carreira de pianista. A multidão que se aglomera na plateia não sabe de nada, nem os músicos nem a imprensa. Apenas eu e meus médicos sabemos que aquele é meu concerto de adeus. Fiz questão de não criar nenhum drama público. Nas próximas horas, a dor que eu levaria para o palco seria minha – e de mais ninguém.

Apagam-se as luzes e o chefe de palco me chama para entrar. Enfrento a plateia como um velho leão que oculta suas cicatrizes.” – João Carlos Martins, em A saga das mãos

Você já leu algum desses livros? Nos comentários, compartilhe quem é o seu escritor favorito!

Deixe seu comentário