Sobre o tempoAbout the time

Tantas pessoas passam pela vida e, no fim dos seus dias, se questionam sobre a razão de sua existência. Será que precisamos mesmo ser tão maduros para então perceber aquilo que nos é realmente importante? Esperar termos mais idade e menos condições físicas para tentar usufruir da sabedoria e das atitudes acertadas?

Tudo depende de nosso posicionamento diante das situações que nos ocorrem. Quantas pessoas esperam o sucesso, a fama e o dinheiro? A maioria das pessoas… E isso se concretiza com esforço, inteligência e por vezes talento. Mas alcançar o topo é sinônimo de realização? Existem casos que demonstram exatamente o oposto.

Quando falamos de atletas, tratamos de pessoas dedicadas, comprometidas com o desempenho e com garra para traçar um caminho muito grandioso. Por vezes, porém, falamos de pessoas que não tiveram tantas oportunidades na vida até então. Berço simples, pouco estudo, lutas e dificuldades.
Esportistas se preparam arduamente para superar seus limites, mas às vezes não conseguem dominar sua vida pessoal. Dinheiro, reconhecimento e assédio podem desestabilizar esse novo momento e, muitas vezes, destruir carreiras. É aí que entra o trabalho do coaching.

O objetivo desse especialista não é traçar planos táticos de jogo, nem mesmo fazer uma análise de vida, alegrias ou traumas do jogador. Para isso têm-se, respectivamente, o trabalho fundamental do técnico e de um psicólogo. O trabalho do coaching é orientar, buscar alta performance aliada às garantias de satisfação e prazer pessoais. Mostrar como lidar com questões que muitas vezes a cegueira do deslumbramento não permite resolver.

É uma forma de reeducação, um traçar de planos para que o atleta conheça seu caminho almejado e se prepare para os desafios que por vezes dilaceram carreiras e sonhos por simples falta de planejamento e estratégia. Acredito muito nesse trabalho e percebo que não precisamos chegar à velhice para saber como fazer, ou se arrepender por ter feito errado o que podemos desde então acertar!No translation.

MINAS MARCA

No dia 3 de agosto, a MINAS MARCA – empresa especializada em informação sobre o mercado de comunicação e marketing de Minas Gerais – publicou uma entrevista cedida por mim.

Na entrevista, falei sobre gestão e comunicação empresarial, a importância do coaching e sobre o Seminário Internacional de Liderança e Gestão, evento em que irei ministrar uma palestra.

Clique aqui e confira a entrevista na íntegra.

Sobre a felicidade

Em um de meus seminários, tenho a oportunidade de discutir o tema “Felicidade” e sempre que o faço pergunto aos participantes o que seria necessário acontecer em suas vidas para que pudessem ser plenamente felizes. Peço para que deem asas à sua imaginação e, imediatamente, as respostas começam a surgir. Seguem alguns exemplos:

1) Se eu fosse rico, então seria feliz.
2) Se passasse no concurso público que desejo, então seria feliz.
3) Se tivesse a mulher ou homem de meus sonhos, então seria feliz.
4) Se estivesse realizado profissionalmente, então seria feliz.
5) Se meus pais estivessem vivos, então seria feliz.
6) Se tivesse o carro, casa, sítio ou fazenda de meus sonhos, então seria feliz.
7) Se tivesse um corpo esbelto, então seria feliz.

Das respostas apresentadas surge um padrão comum à todos que responderam a essa pergunta naqueles encontros. O padrão “Se…, então seria feliz.”.

A ideia é a de que se tivessem ou experimentassem algo ou caso acontecesse alguma coisa em suas vidas então seriam felizes. Condicionam sua felicidade a ter, fazer ou experimentar alguma coisa.

Vejamos, por exemplo, o padrão que condiciona a felicidade a ter alguma coisa. Uma casa, carro, esposa, fazenda, avião e etc.

Ora, percebe-se facilmente como é frágil esta ideia. Desde pequenos imaginamos que se tivéssemos um determinado brinquedo então seríamos felizes, somente para descobrir que logo após se esvaído o entusiasmo inicial de sua posse voltamos ao tédio inicial. Então elegemos um novo objeto de desejo que desta vez trará a promessa da tão sonhada felicidade.

Quando crescemos, os brinquedos desejados tornam-se outros. O que era uma boneca ou uma bola transformou-se em um celular, uma casa, carros e outros “brinquedos”. A pessoa triste e deprimida vai ao shopping center fazer compras para descobrir que o sentimento de realização e felicidade daí decorrente é superficial e efêmero.

Recentemente ouvi de uma aluna que estuda para concursos públicos há cinco anos que sentia que sua vida neste período estava suspensa. Que somente estudava e que havia deixado de lado tudo que não fossem os livros. Família, amigos e espiritualidade deixaram de ser prioridade em sua vida para, ao contrário, serem colocados em último plano. Claro que ela age dessa forma por acreditar firmemente que sua felicidade estava condicionada à aprovação no sonhado concurso.

Enquanto a ouvia, não pude deixar de pensar que a vida é tão curta e ao mesmo tempo tão sagrada que “suspender” um dia de sua existência soa absurdo, quiçá cinco anos. Ao mesmo tempo, minha vivência me sugere que sua felicidade não estaria na aprovação no concurso público, pois imediatamente após a sua posse novas dificuldades e desafios surgiriam para desafiar sua fortaleza interior. Conheço, não dezenas, mas centenas de concursados que só sabem reclamar da vida.

E é justamente aqui que está o grande engano, o grande equívoco: as pessoas relacionam felicidade a um destino e não ao caminho!

Aqueles que acompanham meu trabalho sabem que considero extremamente importante a fixação de metas e objetivos de vida. Todavia, uma vez estipuladas suas metas acredito que o mais importante é centrar-se no caminho, no presente, dando o melhor de si e fazendo o máximo todos os dias até alcançá-los.

Nós temos muito pouco controle sobre o que acontecerá com nossas vidas no futuro. Há um ditado popular que afirma: cada vez que fazemos planos Deus sorri.

O que está em nossas mãos, contudo, são as decisões que tomamos hoje, as ações que realizamos hoje, as escolhas que fazemos hoje. São estas decisões, ações e escolhas que somadas, dia após dia, transformam nosso destino e nos dão o sentimento de que temos um propósito de vida e, consequentemente, de felicidade.

Você não tem de acreditar em mim. Tudo o que peço é que experimente e, se funcionar em sua vida, continue a fazer.

Durante um mês deixe de lado toda a preocupação e ansiedade com o destino desejado. Com o futuro. Estipule suas metas e objetivos e, uma vez fixados opte por viver um dia de cada vez, focado nas ações que estão em seu controle e que o levarão até lá.

Aproveitando o exemplo de minha aluna, se você faz concurso público, ao invés de se martirizar diariamente com todas as dificuldades que enfrenta, de ficar ansioso com a prova marcada ou ficar sentado em frente ao livro por 8 horas diárias para, ao final, descobrir que apreendeu muito pouco pois estava com a cabeça nas nuvens, decida estar focado no agora, no presente. Decida aprender o máximo possível, confiante que o futuro lhe reserva um bom lugar.

Um imenso peso será tirado de suas costas e gradualmente um senso de realização e propósito surgirão. Então, quando a sonhada aprovação vier, não terá tido a sensação de que sua vida ficou suspensa durante os anos de preparação, mas ao contrário, que foram anos de aprendizado e descobertas, essenciais para a próxima etapa que se inicia.

Um forte abraço,

Tony

Ai, seu sucesso! Assim você me mata!

Michel Teló, outro que cometeu o pecado do sucesso. Porque é assim que funciona: batalhou, achou a oportunidade e venceu? É hora de enfrentar a massa frustrada, os sabichões injustiçados pelo destino, artistas, gênios e atletas que nunca foram.

Se tudo terminasse em piadinhas, charges mal photoshopadas ou contrapontos fundamentados, menos mal. Humor e crítica são vitais, sarcasmo é prazer honesto. A gente ironiza e questiona a própria família, por que não fazer com as chamadas pessoas públicas? O triste, e ao mesmo tempo curioso, é o ranço, são as chispas de ódio, a perseguição, o malho autoritário e presunçoso de quem nunca criou absolutamente nada, mas jura em seu íntimo que poderia ter sido tão rico ou famoso quanto os que estão vivendo seus sonhos. Gente que se morde pelos objetivos abandonados sempre que é obrigada a conviver com os louros da persistência.

Porque não há mérito somente em nascer com o dom. o verdadeiro mérito é pô-lo à prova, dar a cara à tapa, à desconfiança, às vaias. Ouvir recusas contínuas, se expor ao desdém de quem nega oportunidade por puro sadismo ou ignorância.

Cantar não é fácil, mas parece ser bem mais simples do que encarar uma plateia. Na prática, o poeta de gaveta não possui nada além de um hobby, porque escritor mesmo é aquele que sujeita seus versos ao julgamento público. Em termos de contribuição social, ter talento e não externá-lo é tão relevante quanto não ter talento algum.

O talento do Michel Teló? Não vem ao caso discutir, porque a pegação no pé do garoto pouco tem a ver com as suas habilidades. Não existem tantos brasileiros assim aptos a julgar a simplicidade (ou não) de seus acordes, ou a aclamada penúria literária dos seus hits. Bem pelo contrário. Fora a minoria que realmente entende do assunto, a patrulha, anti-Teló é formada e, boa parte por pessoas que viveram seus melhores momentos com a deliciosa cafonice enlatada e mal traduzida que ritmou a Jovem Guarda, dançaram a cansativa Macarena ou estão neste momento compartilhando o vídeo da tosca My Humps. O contagiante rock do AC/DC – entre as maiores bandas de tosos os tempos – segue a mesma receita desde sempre, com letras de profundidades ginasial, contudo divertidíssimas.
Porque música também é diversão. E o Michel Teló – mesmo não sendo o autor do refrão mais cantado do verão – fez o planeta sorrir, descontrair, debochar de si mesmo. Merece todos os créditos, pois se é grande proeza para os gênios, que dirá para os desprovidos. Talvez não dure muito, mas já fez muito mais que a maioria.

O fato é que a implicância com o paranaense não diz respeito à sua música, mas sim à dimensão da sua conquista. É isso que incomoda. Aquela invejinha causada pela errônea impressão de que tudo foi fácil demais, que foi apenas sorte, como se o cara não estivesse tentado desde os 12 anos de idade. Não comparando a história, os personagens e suas aptidões, o ranço com o Teló e o mesmo que andou perseguindo o Neymar, por exemplo, outro que parece estar brincando de vencer na vida. Quem tira os medíocres do sério são estas pessoas que transbordam confiança na própria luz e lutam pelos objetivos com um sorriso escancarado no rosto, apesar das muitas dificuldades existentes, que eles preferem ignorar em troca de uma postura positiva. E que aparentam estar pouco se lixando para os agourentos.

Eles têm o brilho e a perseverança que aporrinham os oráculos de boteco, CEOs do cafezinho na copa, visionários que mudarão o mundo a partir da segunda-feira que nunca chega. Gente que entende de tudo, mas nunca fez nada.

Pessoas que não conhecem o limite entre humor e rancor e perdem preciosas horas de trabalho caçando jeito de compartilhar na internet suas convicções venenosas e geralmente pouco embasadas. Sinal de que não fazem direito nem aquilo que sobrou para quem tinha tanto futuro.

Bruno Fernandes, publicitário.

Revista Viver – Fevereiro 24-2012 – Pag. 44
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Top 10 Principles of Learning, Change and DevelopmentTop 10 Principles of Learning, Change and Development

The paramount objective of coaches is to help those they coach gain new knowledge about themselves and their world, and use this knowledge to increase their personal effectiveness and career opportunities. In short, coaches are in the learning, change and development business. Here are the Top 10 Principles of Learning, Change and Development:

#1. We are all stuck, to some degree. Often the things that keep us stuck are habits, attitudes, beliefs and relationships that were once very important to us.

#2. We do not resist change; we resist loss. We are naturally wired to adapt to a changing world.

#3. Our past successes often are impediments to moving forward to a new chapter in our work, career or life.

#4. Everyone has the potential and ability to make choices now that will have a significant, positive impact on their future.

#5. It is the willingness to truly learn that distinguishes a person as having high potential.

#6. Most limitations are self-imposed.

#7. Trying to improve or fix others is a futile effort that usually ends up annoying them and frustrating you.

#8. One sincere expression of encouragement can change a life forever.

#9. The most potent step forward usually involves a very difficult conversation.

#10. One never becomes a great leader, doctor or carpenter. Those we recognize as great in their field are ordinary men and women who wake up every morning and choose to get on the road less traveled.
The paramount objective of coaches is to help those they coach gain new knowledge about themselves and their world, and use this knowledge to increase their personal effectiveness and career opportunities. In short, coaches are in the learning, change and development business. Here are the Top 10 Principles of Learning, Change and Development:

#1. We are all stuck, to some degree. Often the things that keep us stuck are habits, attitudes, beliefs and relationships that were once very important to us.

#2. We do not resist change; we resist loss. We are naturally wired to adapt to a changing world.

#3. Our past successes often are impediments to moving forward to a new chapter in our work, career or life.

#4. Everyone has the potential and ability to make choices now that will have a significant, positive impact on their future.

#5. It is the willingness to truly learn that distinguishes a person as having high potential.

#6. Most limitations are self-imposed.

#7. Trying to improve or fix others is a futile effort that usually ends up annoying them and frustrating you.

#8. One sincere expression of encouragement can change a life forever.

#9. The most potent step forward usually involves a very difficult conversation.

#10. One never becomes a great leader, doctor or carpenter. Those we recognize as great in their field are ordinary men and women who wake up every morning and choose to get on the road less traveled.