Trabalho em equipeTeam Work

“Uma andorinha só, não faz verão”. O conhecido dito popular por vezes é ignorado quando falamos de vaidade. É comum vermos pessoas “autossuficientes” menosprezando trabalhos de parceiros, julgando-se acima do bem e do mal, assim, como se fossem mesmo insubstituíveis.

É claro que percebemos a inteligência acima da média em muitas pessoas. Grandes empresas por vezes contam com colaboradores altamente capacitados, renomados, com certificações de peso. São pessoas que muito contribuem para os processos e desenvolvimento dos negócios. Funcionários pró-ativos e disponíveis, dedicados e empenhados são, muitas vezes, difíceis de achar no mercado de trabalho – e por esse motivo são tão valorizados.

O que não raramente acontece é o ego se elevar. E é aí que começa a travar a engrenagem, quando tratamos de equipe de trabalho. Por mais específico que seja o desempenho de papéis em uma instituição, a finalidade é única. Por esse motivo não podemos ver individualmente os trabalhos, mas sim em seu contexto global, com propósitos comuns.

Podemos ter o melhor engenheiro de uma época – com projetos faraônicos – como o do francês Gustave Eiffel, projetista da Torre Eiffel. Mas como construir, sozinho, a maior obra do mundo à época? Gustave teve, aliado ao seu esforço, o trabalho de 300 operários, dezenas de outros engenheiros e outra centena de metalúrgicos. Afinal, era preciso erguer o monumento calculando andaimes, madeiras, ferro fundido, peças de encaixe, vigas instaladas baseadas em cálculos pra garantir a estabilidade contra ventos fortes. A união de uma equipe construiu o monumento de mais de 300 metros de altura, com milhares de visitantes ao ano (o monumento pago mais visitado do mundo na atualidade), em apenas 2 anos. O que faria Gustave com uma ideia, hoje aplaudida pelo mundo inteiro, se não a dividisse com outros profissionais com o objetivo de realizá-la?

Tratamos hoje, com frequência, do Team Building, por percebermos a importância do trabalho em grupo, bem como seu entrosamento.São técnicas bastante eficazes para fortalecer o espírito de equipe nas organizações. A partir de dinâmicas e atividades coletivas, observamos uma maior interação entre os membros presentes e o resultado é objetivo e certo: alta performance dessas pessoas. É importante o crescimento pessoal, o aprimoramento de qualidades e a construção de um profissional mais capacitado. É de grandes gestores e executores que são feitos bons trabalhos. Mas não podemos esquecer que sozinhos nada produzimos. Não vivemos isoladamente em nenhum campo, seja pessoal ou profissional. Por esse motivo devemos valorizar cada indivíduo, respeitar cada função. Pois por menor que possa parecer o trabalho de um colega, nenhuma tarefa é inútil.

“One swallow does not make a summer.” The well-known proverb is sometimes ignored when it comes to vanity. We usually see people underestimating partners’ work, thinking they are above good and evil, just as if they were irreplaceable. Of course we notice the above-average intelligence in many people. Large companies often have highly skilled, renowned and well certified employees. These people actually contribute very much to the process and to business development. Available and proactive, dedicated and committed staff is often hard to find – and therefore so valued. Often the ego rises and the gear begins to lock when dealing with the staff. For the more specific is the role played in an institution, the more unique is the purpose. Because of that, we can’t see the individual work, but in its global context, with a unique purpose. We can count on the best engineer of the world with huge projects like Gustave Eiffel, designer of the Eiffel Tower. But how can one build single-handedly the greatest work in the world? Gustave had, allied to his efforts, 300 workers, dozens of other engineers and hundreds of metallurgists. After all, they needed to put the tower up by calculating scaffolds, wood, cast iron, fitting pieces and beams installed to ensure stability against high winds. The team as a whole made it possible to build the 300 meters high monument, with thousands of visitors per year (the most-visited paid monument in the world today), in only 2 years. What could Gustave do with an idea, today a complete and famous project, if not share it with other professionals in order to be able to make it? We often speak of Team Building because we realize the importance of teamwork, as well as their interplay. These techniques are quite effective to strengthen team spirit in organizations. From dynamics and collective activities, we observed greater interaction among the members and the result is objective and certain: high performance. Personal Growth is necessary, and so is the improvement of qualities for building a more skilled professional. Good work starts from great managers and great teams. But we can’t forget that produce nothing by ourselves. We do not live alone in any field, personal or professional. For this reason we should value each individual, respecting each function. Because no matter how small the work of a colleague may seem, no task is useless.

Comentários (1)

Karine Machado
22 de outubro de 2012 Reply

Adorei o artigo é bem a realidade. Desde a faculdade presenciei situações de pessoas que deixavam o ego dominar provocando pequenos conflitos que acabavam por minar a produtividade seguinte do grupo. E em todos os ambientes que passei sempre tem um indivíduo deixando-se dominar pelo ego. É fatal! Onde há indivíduos com EGO ([ístas) há falha no resultado pretendido. muito bom o artigo! Adorei!

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